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sábado, 13 de junho de 2009

Música para mudar

Existem pessoas que realmente exploram seus talentos durante a vida, conforme sugeriu Brendan Francis na frase abaixo:
If you have a talent, use it in every which way possible.
Don't hoard it. Don't dole it out like a miser.
Spend it lavishly like a millionaire intent on going broke. (Bredan Francis)
Os resultados são incrivéis! Um exemplo é o projeto PlayingForChange. Não consigo parar de escutar essa canção:

quinta-feira, 7 de agosto de 2008

Evolução?

Dados os estragos que estamos fazendo nesse planeta ímpar, acredito ser inevitável começarmos a fazer simbiose entre humanos e máquinas. Céticamente isso pode ser chamado de evolução. O ritmo das mudanças geofísicas do planeta é muito maior que a capacidade de adaptação, dos seres vivos, as novas condições. Acredito que este processo de exploração desenfreada dos recursos naturais desse planeta só será freado quando ocorrer uma tragédia de ordem planetária. Tsunamis que matam 180 mil e tornados que destroem cidades inteiras não são suficientes para mudar a visão de 6 bilhões de seres egoístas, nos quais me incluo. Tem que acontecer algo grande!


Enquanto temos água, comida e oxigênio para a maior parte dos ilustres moradores dessa "bola viva" seguimos nos "desenvolvendo". Alguns acreditam que o desafio atual é colocar um robô dentro de todas as residências desse grande cortiço. Assim como os computadores nos primórdios, os robôs domésticos não implementam grandes funcionalidades, tipicamente são utilizados para interagir com crianças e fazer trabalhos específicos como, por exemplo, aspirar o chão. Contudo, existem previsões que em 2040 teremos processadores com o mesmo poder de processamento de um cérebro humano e em 2050 serão produzidos processadores com a capacidade de todos os 6 bilhões de cérebros que habitam este planeta. Segundo Ray Kurzweil , em 2055 um computador de $ 1.000,00, mangos americanos, terá tanta capacidade de processamento quanto todo os cérebros humanos juntos (Scientific American N. 25 - Seu futuro com robôs). Se isso acontecer, os robôs começaram a ficar mais interessantes.

Obviamente a inteligência está relacionada a combinação da capacidade de processamento, à capacidade de armazenamento e aos algoritmos de aprendizagem de máquina , em complemento, a autonomia está sujeita as fontes de energia. Evolução sim, máquinas podem funcionar em lugares inóspitos com, por exemplo, cidades com a altos indices de poluição, altas temperaturas e até embaixo d'água. Nós somos estúpidos? Eu diria que existe uma severa ausência de inteligência. Temos que reescrever as regras...

quarta-feira, 6 de agosto de 2008

Sempre há regras, contudo podemos reescrevê-las

Ando fazendo uma analogia da Web com a TV aberta nos meus discursos de boteco, obviamente a Internet é um sistema mais interessante, pois permite a iteração entre os usuários, esse blog é uma instância dessa liberdade. O advento da TV Digital muda isso, supostamente disponibilizando um canal de retorno, mas a convergência coloca a TV Digital na Web. Oras, se o sinal é digital pode ser manipulado por computadores, o que inclui a transmissão do sinal pela grande rede. As coisas tendem a melhorar, na pior das hipóteses a qualidade da imagem e som serão melhores e quiçá teremos iteratividade aqui no Brasilzão. O problema é que existem regras petrificadas pelas grandes emissoras.



Na verdade, o título deste post foi motivado pelo texto do Prof. Silvio Meira intitulado "Thomas Edison Psicografado...", pô!? tem muito lixo na Web, mas tem muita coisa boa também (sim, isso contradiz o post anterior propositalmente). Neste texto o professor faz o exercício de responder algumas perguntas de uma jornalista tentando "psicografar" o inventor Thomas Edison (sem utilizar recursos sobrenaturais... rs). Excelente idéia! E as respostas dadas pelo professor são algo no mínimo brilhante. A resposta para a pergunta 9 (nove) é a minha favorita. A jornalista introduz a pergunta citando um caso onde um funcionário, do laboratório do iventor, perguntou quais eram as regras do lab. e ele respondeu "Não há regras aqui. Estamos tentando criar uma coisa nova.". E a jornalista termina perguntando até onde deve haver limite para inovação ou ela não deve ter limite?

A resposta do professor foi a seguinte: "Na verdade, há regras. Sempre há regras. Não se chega a muitos lugares em meio ao mais abjeto caos. O que eu quis dizer é que se alguma regra está no caminho da solução de um problema, da criatividade, reescreva a regra para que seja possível fazer o que tem que ser feito.". Eu queria ter escrito isso! O professor Meira com certeza está bem melhor sintonizado com o universo.

terça-feira, 5 de agosto de 2008

Ler é preciso

É fato que nos dias atuais é possível ler coisas na Web com a mesma qualidade da programação da TV aberta brasileira aos domingos. Isso está estreitamente relacionado às URLs que o seu browser e leitor de feeds estão renderizando. O pior de tudo é que a Web não pára para manutenção dos equipamentos às 03:00 da madrugada. É difícil achar entretenimento pertinente nestes dois meios.



Às vezes sinto a necessidade de ler textos mais rebuscados para melhorar meu vocabulário e para fazer o macaco aqui usar a, subutilizada, ferramenta denominada cérebro. Para tanto fui até a biblioteca procurar algo para consumir ( leia-se ler ). A biblioteca mais próxima só tem livros técnicos e relacionados a matemática e computação. Com objetivo de manter a sanidade eu procurei a prateleira com os livros menos técnicos disponíveis (estilo "ciência para leigos").



Elegi o livro intitulado "O advento do algoritmo" (David Berlinski) como o texto a ser degustado. O slogan é "A idéia que governa o mundo", puxa (pensei) é mesmo Dr. Berlinski? Esse cara já escreveu "A Tour of the Calculus" e afirma que o Cálculo é a idéia que embasa a ciência moderna e, em complemento, disse que o Algoritmo é a idéia de um procedimento efetivo que tornou o mundo moderno possível. Como estava chovendo e eu tinha esquecido o meu guarda-chuva, comecei a ler o livro na biblioteca.



O Cálculo diferencial e integral é um conjunto de ferramentas para resolver alguns problemas da física macroscópica (se é que eu posso afirmar isso). Já os algoritmos são conjuntos finitos de instruções para um propósito bem definido. Inclusive para resolver os problemas relacionadoas a Física. Eu não sei ao certo o quão abstrato o Cálculo é para a Matemática, mas o Cálculo Numérico permite que tal ferramenta seja utilizada em um computador, pois nossos computadores estúpidos AINDA não são capazes de resolver problemas analiticamente com eficiência.

Esta discussão me prendeu a atenção e o autor ainda promete descrever as principais obras de Leibniz, Gödel, Hilbert e Turing. Vou ficar menos tempo no blog do São Paulo Futebol Clube nos próximos dias :-).

sábado, 26 de julho de 2008

Coisas geneticamente modificadas

Esses dias vi uma notícia que dizia que Pequim será enfeitada com 900 mil flores geneticamente modificadas durante as olimpíadas. Tais mudanças foram feitas para que as flores fiquem vivas e floreçam na hora certa durante os dezeseis dias de competição. Muito bom. Os chineses pegaram pesado nesta que será a maior olimpíadas de todos os tempos. Tá bom, mas esse lance de modificar geneticamente as "coisas" é discutível. Se não me engano, no Brasilzão pode-se cultivar plantas geneticamente modificadas e também está autorizada a pesquisa com células-tronco.

Estou lendo um livro intitulado Next (Michael Crichton) do mesmo autor de Jurassic Park, Congo e Sphera (só citei os livros que li, mais aqui). Next descreve várias tramas que fazem uso de recursos da engenharia genética, dessa forma, os desdobramentos são impressionantes. Merecem destaque os seguintes casos:
  • Pesquisador utiliza um paciente como cobaia para desenvolver a cura para o câncer;
  • Cientista mistura o seu próprio DNA com o de um primata e cria um human-chimp, que vive com a sua família e frequênta a uma escola;
  • Papagaio que sabe falar e é capaz de resolver problemas triviais de matemática;
  • Briga judicial entre um casal pela guarda dos filhos, o advogado do marido utiliza o mapeamento do DNA da esposa para provar que ela tem uma doença que se manifestará em um futuro próximo;
  • Estupro forjado de uma menor e o advogado do acusado convence o seu cliente a se declarar culpado e utiliza uma característica genética do seu cliente para tentar inocenta-lo;
  • E, por fim, o caso de um pesquisador que acidentalmente aplica uma droga, que estava sendo testada em ratos, no seu irmão viciado em drogas, o cidadão se livra do vício mas começa envelhecer rapidamente pois a droga afeta o gene da maturidade.
Enfim, o livro é muito bom e o autor teve o cuidado de referênciar artigos reais, o que é interessantíssimo e impactante devido a eminência dos fatos.


Não terminei de ler Next, mas já vi o filme I'm a legend que relata uma estória, relacionada aos efeitos da engenharia genética, que se passa em 2012. Este filme começa com a declaração de uma cientista que afirmava ter encontrado a cura para o câncer, o filme se desdobra com a exponencial disseminação de uma doença viral que deixa os seres humanos "desfigurados" e termina com a morte de um Doutor, que era imune a doença, e conseguiu achar uma cura. Ficção é ficção, mas Crichton apresenta no livro algumas declarações de cientistas que basicamente afirmam a mesma coisa que Fritjof Capra escreveu em O Ponto de Mutação (o vídeo Mindwalk discute as idéias no livro). Capra versa sobre a necessidade de mudarmos a nossa percepção do mundo que segundo ele é a mesma de Descartes. A visão mecanicista de Descartes baseava-se na idéia de que se você conhecer cada peça de uma máquina conhecerá o todo.

PS: Um agradecimento especial ao professor G.A.R. Lima (como gosta de ser chamado) que me apresentou as obras do Capra e que tem significativa influência na escolha da minha carreira. Obrigado Professor.

segunda-feira, 21 de julho de 2008

A ficção pode ser implementada?

Julio Verne, Arthur Clark, Isaac Asimov e H.G. Wells são exemplos de escritores que viveram a frente de seu tempo e previram diversos avanços tecnológicos em suas obras de ficção. Para ilustrar, o primeiro descreveu o funcionamento de um balão, de um dirigível e até de um helicóptero. Adicionalmente, ele previu o lançamento de uma nave tripulada para Lua aproximadamente 104 anos antes dessa façanha ser materializada; só para citar os artefatos relacionados a conquista dos céus :-). Tem muito mais na Coleção Exploradores do Futuro e nas obras dos autores supramencionados. Então, a resposta para a pergunta, que intitula este post, é sim!

Na realidade, o que motivou este post foi o filme Batman - The Dark Knight, especificamente o sistema que o homem morcego utilizou para rastrear o Coringa. Tal sistema foi desenvolvido pelo Lucius Fox (CEO da Wayne Enterprises - Morgan Freeman). Fox criou uma solução para transformar um smartphone em um scanner de ambientes. Assim como um SONAR (Sound Navigation and Ranging), o celular emitia ondas, na frequência do som, que têm a propriedade de serem refletidas ao encontrar um obstáculo. Com isso, é possível determinar a localização de objetos no ambiente em questão. Tudo muito legal, mas isso pode ser implementado hoje? Em outros termos, até onde a ficção pode ser implementada, neste caso?



No estado-da-arte não. Mas muito provavelmente um dia será, especialmente se começarem a implementar rádios genéricos que permitem que a frequência e o protocolo de acesso ao meio sejam definidos via software (Software-Defined Radio - SDR). Para ilustrar, a tecnologia GSM usa a faixa de frequência de 900 a 1800 MHz, já o som, que pode ser escutado por seres humanos, varia de 20 Hz a 20 kHz. Um SONAR utiliza uma onda na frequência de 500 Hz para identificar obstáculos na água. Se a tecnologia SDR estivesse disponível hoje, o Fox poderia ter escrito uma aplicação para mudar a frequência de operação do rádio dos celulares, adicionalmente, seria necessário captar as ondas refletidas pelos obstáculos e, ainda, ele teria que utilizar algum mecanismo para transmitir estes dados para um servidor na Wayne Enterprises. Só resta saber como seria possível fazer deploy deste software nos celulares de todos cidadãos de Gothan City e como os dados gerados seriam transmitidos e interpretados. Isso é coisa para cientistas, eu já estou satisfeito.

Outra solução razoável é colocar um SONAR nos smartphones... eles já têm GSM/CDMA, AM/FM, Wi-Fi, Bluetooth, Infra-red, TV-Digital e GPS... mais um rádio não fará grande diferença :-).

domingo, 20 de julho de 2008

Brain and Body Fitness

Brainfitness sempre me chamou a atenção. Lembro que no início desse século li uma resenha do livro “Mantenha seu cérebro vivo” (Lawrence Katz e Manning Rubin) e resolvi compra-lo. Comprei porque o título me provocou! Pô! Não parece mas ele está vivo (pensei). O livro apresenta um conjunto de técnicas para melhorar o desempenho do cérebro e é voltado para as pessoas na melhor idade. Contudo, todavia, entretanto, existem estudos que mostram que tais exercícios também podem trazer benefícios para jovens.

Há três meses atrás li uma reportagem que descrevia os benefícios dos exercícios para o cérebro, especificamente para a memória, controle cognitivo, atenção e velocidade de processamento. Nesta matéria, o jornalista fez referência a alguns sites que oferecem exercícios para melhorar o desempenho do cérebro nas áreas supracitadas; entre eles o Lumosity. O slogan do Lumosity é "Reclain your brain." Não resisti a provocação, novamente, e comecei a brincar; porque o primeiro mês é grátis. Os exercícios são desafiadores e, por consequência, viciantes. No final do primeiro mês eu não hesitei em pagar os $ 9,50 doletas para continuar brincando.

Fazem três meses que estou fazendo o treinamento do Lumosity e cheguei próximo ao meu limite em alguns exercícios, conforme é possível ver no gráfico abaixo. Neste gráfico tem-se o BPI (Brain Performance Index) em função dos dias treinados. É possivel observar que meu desenpenho está quase constante e melhorar exige muito esforço e disciplina, tais requisitos são semelhantes aos exigidos para alcançar bodyfitness.



Para ilustrar vou descrever o meu exercício preferido; "Memory Match". Conforme a figura abaixo, este exercício consiste em identificar se uma figura geométrica é igual a outra, o jogador tem 45 segundos para acertar o maior número possível. No início (A), você vê as três casas, depois de três acertos só é possivel ver a terceira casa (B) e você tem que lembrar da primeira casa para dizer se as figuras geométricas são iguais ou diferentes; simples assim. O principal objetivo é exercitar a memória de trabalho.



Recomenda-se vinte minutos de treinamento diários, pois é nesse período que o seu desempenho pode melhorar, depois disso começa a fadiga. Isso mesmo, fadiga igual a observada em músculos depois de uma sessão de exercícios físicos. E o objetivo é sempre melhorar o seu desempenho, obviamente.

A relação entre Brain e Body Fitness

Eu costumo "esticar as canelas" fazendo corridas curtas, o principal objetivo é manter a sanidade :-). Ultimamente ando correndo 10 Km, contudo me lembro que no início era muito difícil correr isso em menos de 50 minutos. Me acostumei a correr 10 Km enganando meu cérebro. Só de pensar em correr 10 Km você já fica cansado, para resolver o problema comecei a pensar da seguinte forma: Vou aquecer nos primeiros 4 Km e vou correr pra valer nos outros 6 Km. No final das contas eu corria os 10 Km, contudo pensar dessa forma é muito menos doloroso. Isso funciona muito bem, com o tempo eu fui diminuindo os Km destinados ao aquecimento e os 10 Km se tornaram bem simples de serem corridos.

Quanto ao brainfitness, conforme você vai ficando bom no exercício em questão, mais difícil é bater seu recorde anterior, por motivos óbvios. Portanto, comecei a tentar enganar o meu cérebro usando um método semelhante ao utilizado nas corridas. A primeira coisa é não pensar nos 45 segundos que você tem para bater o seu recorde. Esqueça o seu recorde e não pense no exercício como um todo. Eu tento mentalizar que cada acerto é uma missão completada com sucesso, com isso, a fadiga é significativamente reduzida e, no final de tudo, consigo realizar o exercício com um desempenho melhor. Fazendo uma analogia com a corrida, eu só tento pensar no próximo passo, fico feliz em ter conseguido dar este passo e continuo a diante de passo em passo até melhorar o meu desempenho.

Para finalizar, acredito que as pessoas inteligentes exercitam seu cérebro a todo momento e não precisam desses exercícios. Por outro lado, fica a dica para os curiosos e demais interessados. Adicionalmente, percebi que a minha concentração melhorou significativamente e não fico cansado como antes. Esses dias perdi um ônibus na rodoviária de Rio Claro, o próximo só saiu duas horas depois. Comprei uma revista Super Interessante (não tinha Scientific American... rs), sentei no banco, e li TODA a revista em uma hora e quarenta minutos. Eu nunca tive saco para fazer uma atividade dessa, mas no final eu ainda queria ler mais.

domingo, 23 de março de 2008

Cubo Mágico

Praticamente todo mundo foi desafiado a resolver o cubo mágico quando era criança e confesso que sentia certa frustração por não conseguir solve-lo, mesmo embasado pelos meus supostos conhecimentos algorítmicos. Esta pequena frustração acabou! Estava eu assistindo vídeos no YouTube quando me deparo com um link para os vídeos premiados no YouTube Vídeo Awards 2007. O campeão da categoria Instructional é o vídeo intitulado “How to solve Rubik’s Cube”, eu fiquei tão interessado que peguei o meu cubo e fui tentar resolve-lo. A primeira dica do autor é desmontar o cubo, eu fiz e concluo que é chato e você precisa ser habilidoso para montar o brinquedo novamente (vide foto abaixo).



O legal mesmo é aprender os algoritmos, para tanto eis os vídeos:




Por fim, você terá o imenso prazer de resolver este diminuto problema que te perseguiu por todos estes anos. Puxa vida! Por que eu não nasci no século XXI? Viva a Web!



Ops! O que isso tem haver com Teoria dos Grafos? Plec! Eu deveria estar estudando e não brincando com isso...

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2008

Thumbsucker

Em bom português o título deste post, provavelmente, seria “Chupador de dedão”, contudo, traduziram como “Impulsividade”. Levando em consideração a estória do filme, tal título, faz sentido, mas não é tão apelativo quanto ao original. Poxa vida... esse filme foi lançado em 2005 e só agora fui vê-lo, acho que andei visitando as prateleiras erradas na locadora todo este tempo. Na verdade, entrei na locadora com o intuito de alugar algo realmente interessante, acabei alugando Idiocracy (Luke Wilson) e Thumbsucker (Mike Mills). Os dois são ótimos, mas o segundo merece destaque, pois o primeiro simplesmente retrata um fenômeno previsível “No futuro, a inteligência estará extinta”; este blog corrobora para tal fenômeno :-).

Veja o trailer, alugue e divirta-se.



O melhor filme do carnaval, até o presente momento.

sábado, 12 de janeiro de 2008

Eagle and Shark

Um filme louco e genial. Os personagens principais são os mais retardados e inocentes que já tive a oportunidade de assistir (Lily e Jarrod). A interpretação da Loren Horsley (Lily) é excelente! A voz que ela faz é ridiculamente engraçada (se é que isso é possível). O Jemaine Clement (Jarrod) também atua muito bem e o figurino ajuda bastante na definição do seu personagem Loser (sim, o L tem que ser maiúsculo neste caso). Altamente recomendado! Você vai rir do início ao fim. Segue o trailer:



Escrito e dirigido por Taika Waititi, completamente sem noção.

segunda-feira, 7 de janeiro de 2008

Pesquisando sem Internet em pleno século XXI

Em um passado recente eu estava na casa da minha mãe, em Cuiabá-MT, conectado a Internet por meio de uma conexão discada de 52 Kbps e lendo o livro intitulado “IBM and the Holocaust” (E. Black). Motivado pelo livro resolvi pesquisar a respeito das origens dos Judeus. Em condições “normais” a Wikipedia seria a fonte ideal, contudo, a absurda velocidade da minha conexão discada me vez ir consultar as enciclopédias que minha mãe tem em casa.

Foi muito agradável sentimento de nostalgia que me ocorreu ao folhear estes livros que sempre estiveram dentro do meu quarto durante minha infância e adolescência. Na verdade, na adolescência eu tinha vontade de jogá-los fora e atear fogo, pois ocupavam muito espaço em um quarto pequeno. Hoje concordo com minha mãe em doá-los para uma biblioteca comunitária que fica em um bairro vizinho, apesar de que, hoje tem muito espaço na casa; eu e minha irmã não moramos mais lá.


Não me lembro onde li que cientistas afirmaram que as informações descritas nas enciclopédias tradicionais como, por exemplo, Barsa e Mirador, e na Wikipedia estão igualmente erradas. Então resolvi fazer minha comparação.

Concluo que a Barsa tem um resumo coeso e mais interessante que o disponibilizado na Wikipedia em português, por outro lado, o texto em inglês é mais completo que a Barsa. Já a enciclopédia Mirador tem um texto melhor e mais completo que o da Barsa e que o da Wikipedia nos dois idiomas. Portanto, não menospreze as enciclopédias tradicionais e não acredite no que a mídia diz que os cientistas disseram, existe uma imensa perda de informação entre a boca de um cientista e o ouvido de um repórter (o mesmo é válido para o texto do cientista e o cérebro do repórter). É claro que isso tudo só é válido se você estiver interessado em saber a respeito das origens dos Judeus, pois não comparei outros textos. E é fato que a Wikipedia faz uso da liberdade da Web para distribuir, criar e manter as informações, o que não é possível quando a mídia é um livro tradicional.

Para finalizar, meu centro de comando em Cuiabá-MT:



Sim, sim, sim... eu utilizo mais de um computador ao mesmo tempo.

terça-feira, 18 de dezembro de 2007

O desabafo de um músico

No último final de semana tive o prazer de conhecer um punhado de gente em Riberão Preto-SP. O Pedro disse que ia acontecer um churrasco interessante e que a Ursa maior estava a disposição. O Davi e o André toparam e fomos. Aconteceu vários eventos pertinentes neste churrasco, um dos mais notáveis foi o desabafo do músico, que, cansado de viver entre medíocres, disse:

"Véio! Esses caras pensam que MÚSICA é trilha sonora da vidinha de alguém".

Perfeito! Especialmente vindo de um músico talentoso.

segunda-feira, 17 de dezembro de 2007

Eu e a Paranóia

Nos últimos dias vi dois filmes cujos personagens principais eram paranóicos. O primeiro foi Disturbia e o segundo The Number 23. Disturbia é um filme abaixo da média que conta a história de um moleque que perdeu o pai, agrediu um professor e foi condenado a prisão domiciliar, sem ter nada para fazer em casa começa a bisbilhotar os vizinhos. Certa noite ele vê um vizinho matar uma mulher e começa a paranóia, que é acentuada quando o mesmo vizinho começa a namorar a mãe dele.

The Number 23 é um filme muito bem elaborado, tem um final inesperado e a atuação do Jim Carrey é excelente; mesmo sem fazer uma careta. A história gira entorno da vida de um cidadão pacato (Jim Carrey) que ganha um livro, intitulado The Number 23, de presente da sua esposa. Tal livro conta a história da vida de um sujeito que relaciona todos eventos de sua vida ao número 23. O personagem principal se identifica com a história e adota a paranóia de relacionar tudo ao número 23.

Trailer Disturbia



Trailer The Number 23


Deixa eu voltar para as minhas paranóias...